COVID-19 e as cirurgias eletivas: novas orientações

Assim que a pandemia do COVID-19 foi oficializada pela Organização Mundial da Saúde, estabeleceu-se a política de cancelamento para cirurgias eletivas, assim como atendimentos médicos de cunho não essencial. A medida foi adotada com o objetivo de atenuar a curva de propagação do vírus, além de garantir a estrutura necessária para atendimento aos pacientes acometidos pelo novo coronavírus. 

COVID-19 e as cirurgias eletivas: novas orientações
COVID-19 e as cirurgias eletivas: novas orientações

Entretanto, passados alguns meses desde o anúncio da pandemia pela OMS, percebeu-se que a manutenção dessa postura acabara prejudicando o tratamento de pacientes de outras importantes patologias, como cardíacos, hepáticos, oncológicos, traumáticos, etc. Afinal, seria tempo suficiente para avanços significativos (e perigosos) nos referidos quadros.

Sabe-se que o momento é de cautela e que todo cuidado deve ser tomado para que a situação não se agrave ainda mais. Entretanto, é preciso investir na lógica de prevenção consciente – garantindo essa assistência à população através da realização de atendimentos e procedimentos cirúrgicos eletivos.

Logo, as clínicas médicas e hospitais voltaram a operar cirurgias eletivas, garantindo cuidados redobrados com a segurança dos pacientes locais ao estabelecer medidas de controle efetivas para a prevenção do contágio pelo coronavirus.

O receio em relação à pandemia é geral, mas cada situação deve ser avaliada individualmente. Nos casos em que a saúde corre risco, não há porque hesitar quanto à realização de cirurgias eletivas.

Então, se você tem uma cirurgia marcada (ou precisa realizar alguma) e mostra-se apreensivo com a situação, este artigo veio para tranquiliza-lo. O momento é delicado, mas não podemos negligenciar outros cuidados importantes com a saúde em virtude do COVID-19.

Lembre-se: a sua vida não pode esperar!